Nós, as Rãs.

As Nações Unidas ainda não divuilgaram o chamado Relatório das Águas de 2007 porque a situação em um ano agravou-se de tal modo que os técnicos estão revisando todos os dados. No relatório assinado por 24 Agências da ONU, divulgado em 2006, às vésperas do 4º Fórum Mundial de Água (no México) foram alinhadas as principais razões para que um quinto da humanidade ainda não tivesse acesso a água potável e dois quintos ao saneamento básico: políticas governamentais ineficazes, mudanças climátgicas e ambientais, falta de recursos. E havia um alerta:se não fossem tomadas medidas urgentes e substanciais não seriam cumpridfas as Metas do Milênio de reduzir à metade o número de pessoas sem acesso a água potável e saneamento até 2015. Não forasm tomadas. Ao contrário, a situação está-se agravando.  De acordo com o estudo de 2006, coordenadopela UNESCO, 1,1 bilhão de pessoasno mundo ainda não tinham acesso a água potável; 2,6 milhões a saneamento básico. E essa deficiência tornava ainda mais devastador o impacto de doenças ligadas à pobreza. Segundo a Organização MUndial de Saúde, só de diarreis e malária morriam a cada ano mais de 3,5 milhões de pessoas, sendo 90% delas crianças. Segundo a ONU, apenas 12% dos países conseguiram estabelecer estratégias eficientes no gerenciamento da água e o Brasil não está entre eles. Os autores do rfelatório estimaram que até 2030 será necessário produzir mais 55% de alimentos na Terra, o que sighnifica mais irrigação. Irrigar consumia, em 2005, mais de 70% da água doce captada pelo ser humano. Outro relatório, divulgado em março de 2006 e assinado pela OMM (Organização Meteorológica Mundial), afirmava que os gases do efeito estufa (associados ao aquecimento global e às mudanças climáticas registradas nos últimos tempos), atingiram níveis inéditos na atmosfera, possivelmente os maiores em 30 milhões de anos”. Os especialistas também indicaram que anoi a ano está aumentando a concentração de dióxido de carbono (CO2), bem acima da média dos últimos 10 anos. Os níveis desse gás, o mais importante no efeito estufa, não dá sinais de estabilização e muito menos de redução. O dióxido de carbono responde por cerca de 90% do aquecimento registrado na última década é amplamentgo gerado pela atividade humana que envolve a queima de combustíveis fósseis na indústria, nos transportes e no aquecimento doméstico, segundo o secretário-geral da OMM, Michel Jarraud. Os cientistas alertam que essas emissões precisam ser redsuzidas, “urgente e imediatamente”, se a humanidade pretende “evitar uma catástrofe climática, com fortes ondas de calor, secas, inundações. o aumento do nível dos mares e o desaparecimento de regiões costeiras e de ilhas”. A situação já é tão grave, informa a OMM, que de agora em diante fará relatórios anuais e não decenais, porque os níveis de carbono na atmosfera já passam de 377,1 partes por milhão, 35% mais elevados do que os registrados antes do início da Era Industrial, em 1750. Há uma fábula sobre duas rãs, que os cientistas comprovaram ser verdade. Uma écolocada em águia fervente e, imediatamente, pula para fora da panela porque o calor é insuportável e ela procura sobreviver. A outyra écolocada na panela com água fria e fogo baixo e mal se dáconta do aumento da temperatura, até que a água ferva e ele morra.

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