A Próstata Feminina

lsava (fazendo força para baixo, como se fosse iniciar uma defecação) e, segundos após, a uretra expeliu vários centímetgros cúbicos de um líqüido leitoso. Evidentemente o material não era urina e sua aprência era muito próxima á do líqüido prostático.” Depois de declarar-se confuso, Weisberg passou a entrevistar suas pacvientes com mais cuidado e algumas disseram que ejaculavam e outras que estimulavam a zona erógena em torno da uretar para terem prazer sexual. “Todas as que foram para casa com instruções para experimentar, afiormaram haver encontrado o Pknto de Gräfenberf. Hoje posso atestar que o ponto e a ejaculação feminina existem.” Um tablóide registrou o comentário da senhora Weisberg. “Ele sabe agora o que eu já sabia há muito tempo mas que eles não admitia porque eu não estava capacitada a falar sobre essas coisas”. Se oPonto G existe em todas as mulheres, por que ficou desconhecido por tanto tempo? E por que, só agorta se descopbriu que ele é a próstata feminina? Até hoje há muitos ginecologistas e sexólogos que negam o Ponto G, a próstata feminina e a ejaculação das mulheres, desconhwecendo osa rewsultados de uma pesquisa com 400 mulheres e que determinou a existência de trudo aquilo, sem sombra de dúvidas. E o motivo é simples: o machismo e a pouca importância que sempre se deu à sexualidade feminina. Além disso, em estado de repouso, a próstata feminina é quase imperceptível durante um exame ginecológioco normal, quando ela é apalpada mas não chega a ser estimulada. Só com pressão interna e estimulação adequada o Ponto G intumesce e se revel, pelo aumento do tamanho e pela possibilidade de provocar não só um orgasmo, mas vários, em seqüência, com ou sem ejaculação. O Ponto G ou próstata feminina se situa atrás do osso púbico, dentro da parede anterior da vagina, mais ou menos a cinco centímetros da entrada do canal vaginal. O tamanho e a localização exata variam. Quando a região é estimulada as mulheres geralmente experimentam uma sensação semelhante à necessidade urgente de urinar (o que pode não ser agradável para algumas delas), o Ponto G intumesce e pode ser sentido como um pequeno carfoço entre os dedos. E cresce, até o tamanhod e uma pequena moeda. Para a ,aioria das mulherews entrevistadas o orgasmo obtido a partir do estímulo da próstata é qualitativamente superiro ao orgasmo clitoriano. Curiosamente, a medicina grega já reconhecia, na Antiguidade, a importância do Ponto G para o prazer feminino. E sua desctição é razoavelmente correta. Mas a infdormasção perdeu-se, só voltando à tona no século 17, com o anatomista holandês Regnier de Graaf. Eles descreveu a mucosa membranosa da uretra em detalhes. E escreveu que a “a substância podia ser chamada, muito adequadamente, de pr´stata fewminina ou corpus glandulosum. E escreveu mais: “A função da prósdtata é gerar um suco oituito-seroso, que torna a mulher mais libidinosa. (…) Aqui também se deve notar que o corrimento da próstata feminina causa tanto prazer quanto o da próstata masculina”. Depos disso a literatura científica ignorou a próstata feminina até 1950, quando Gräfenberg tornou a descrevê-la mas sema afiormar que fosse a próstata feminina. Em 1978 é que Josephine L. Sevely e J.W. Bennet publicaram uma pesquisa sobre a próstata e a ejaculação feminina, inspirando outras pesquisas. Em 1982 foi publicado o livro Ponto G – Outras Descobertas, com o resultado das pesquisas sobre sexualidade feminina de Alice Ladas, Beverly Whipple e John Perry. A novidade que os pesquisadores brasileiros trouxeram ao assunto é a possibilidade da prátata feminina também desenvolver câncer, como a masculina.

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