Considerações em Torno da Ressaca

A VERDADE, DEPOIS DE APELAR PARA A MEDICINA POPULAR, PARA A CIÊNCIA E PARA A PRÁTICA…

A sensação de estar a um passo para a esquerda e dois passos acima de nosso próprio corpo, com a língua grossa, a garganta seca que berra por um rio de água gelada, a cabeça vazia, grande e ressoando os menores ruídos como uma câmara de eco, a convicção de que o estômago é um pedaço de gordura gelada, a náuzea, a tonteira, o cansaço, a antipatia ao nosso rosto no espelho , a promessa (nunca cumprida) de que essa situação jamais se repetirá, isto é a ressaca.

Do ponto de vista científico, na verdade, a ressaca nada mais é do que simplesmente o efeito pós-anestésico do álcool. Significa que, castigados, a maioria dos seus órgãos está é jogando na defesa, paralisados pelo sofrimento.

Quando o álcool atinge o estômago, vai diretamente para a corrente sangüínea, sem ser afetado quimicamente por qualquer dos sucos digestivos. As paredes do estômago chupam cerca de um terço de todo o álccol contido na bebida que você tomou, mais depressa do que o tempo necessário para acabar um coquetel e começar outro. Os dois terços restantes vão ser absorvidos pelas paredes do intestino, mais ou menos uma hora depois de você ter dobrado o braço em direção à boca.

Uma vez na corrente sangüínea, o álccol começa a atuar: realaxa as paredes das veias, acelera a circulação. Mais um pouco e o álcool chega às veias capilares do cérebro, onde a primeira providência que toma é a de adormecer os chamados centros inibidores.

Como dizia o Prefeito de Rochester a Henrique Saville, há mais de duzentos anos: “Oh, aquela segunda dose; é o mais sincero, o mais sábio e o mais imparcial amigo nosso; diz a verdade sobre nós mesmos e força-nos a dizer \ verdade sobre os outros. Barra a lisonja das nossas bocas e a desconfiança dos nossos corações; coloca-nos acima da política dos preconceitos de cortesia, os quais nos fazem mentir de dia com receio de sermos traídos à noite.”

Uma vez os centros inibidores adormecidos, nossa preocupações tendem a desaparecer, nosso senso de responsabilidade diminui, nossos complexos são esquecidos, vem a euforia.

Mas, se continuamos a beber, o álcool não pára: vai adormecer os vários centros motores. A palavra acaba por tornar-se difícil, os joelhos fraquejam. Uma concentração de 0,25 por cento de álcool no sangue provoca quase o mesmo efeito que uma anestesia geral…

A CONTA DE BEBER

 A melhor maneira de evitar a ressaca é não beber além da conta, o que varia de pessoa para pessoa e até mesmo de dia.

Quatro fatores são fundamentais na determinação da quantidade de bebida que pode ser tomada inpounemente: a sua suscetibilidae ao álcool; sua condição física no moneto; seu estado psicológico e sua situação alimentar.

Assim, se você é suscetível demais, só deve beber exatamente na proporção dessa suscetibilidade. Quanto pior sua condição física, menos você pode beber. Se você está estressado, nerevoso, agitado demais, angustiado ou deprimido, não é hora de tomar álcool. Assim como o estômago vazio diminui sua capacidade de beer e é um convite à ressaca.

Ao contrário do que as pessoas imaginam e diz o mito, misturar bebeidas não é problema, mesmo distilado com fermentado. Mas há misturas perigosas, como o grande consumo de açúcar em combinação com o álcool, porque pode provocar náusea e indigestão. O álcool disfarça o doce, mas a mistura, no caso, é perigosíssima.

A mistura de bebidas secas e de boa qualidade não representa risco ou problema.

Um bom conselho, em relação à quantide de bebida, é parar de beber quando sentir que só dá para beber mais um. Ele pode ser demais.

COMO REDUZIR OS EFEITOS

Havendo, excepcionalmente, ocasiões em que a “noblesse oblige”, cabe um recurso para quem já sabe que vai beber além da conta: trate de veitar que o álcool entre em contato direto com as paredes dos órgãos digestivos, para evitar que passe à corrente sangüínea em grande quantidade.

Há, no caso, dois métodos: o da absorção e o da insulação.

ABSORÇÃO

O método da absorção consiste em encher o estômago de comida. Alcançando o estômago o álcool será parcialmente absorvido pelo alimento, e o que vai passar ao sangue já não é álcool puro, mas alimento com algum teor alcoólico. O melhor é consumir proteínas, carnes magras. Fora com os doces, que só fazem intensificar os efeitos do álcool.

INSULAÇÃo

O método de insulação repousa no princípio segundo o qual o álcool e o óleo não se misturam, e na tendência das gorduras de aderir às paredes do estômago. Uma colher de sopa de um boa azeite virgem, 20 minutos antes da farra, formará uma camada fina e protetora na parede estomacal, rejeitando o álcool e mantendo-o afastado da membrana mucosa.

Só não imagine que um desses métodos, ou os dois combinados, pode tornar alguém imune aos efeitos do álcool. É impossível impedir a absorção e o objetivo é apenas reduzir os efeitos. À medida que a quantidae de a´lcool aumenta, o valor preventivo dos métodos diminuem, e você pode acabr carregado. Ou morto, se o índice de a´lccol atingir 0,7 por ecnto no sangue.

 No entanto, se você já bebeu além da conta e tem noção disso, tome um café forte, sem açúcar. Um sal alcalinizante também é aconselhável antes de deitar. Mas a maioor parte das pessoas diz que isto é “estragar o fim da festa”. Resultado; acordam no dia seguinte naquele estado físico, menatl e moral que é conhecido comno ressaca e que rqaríssimamente não ataca as pessoas normais.

Outra boa providência é beber bastante água, porque no fundo, no fundo, a ressaca é um sinal de que seu corpo está desidrqatado (e daí a sede terrível).

O DIA SEGUINTE

As bebidas alcoólicas ditas anti-ressaca, ou restauradoras, supostamente recuperam o corpo e o cérebro, mas é um engano, um mito. Aceleraqndo o coração e aumentando a transpiração, trazem uma rápida (e passageira) sensação de bem-estar. O que pode levar rapidamente a um novo pileque, de emendada,. Na verdade, estaremos apenas transferindo a ressaca para depois, uma ressca revista e aumentada, como são em geral as segunda edições.

Bicarbonato de sódio, sal de fruta, podem ajudar a reduzir a acidez do estômago. Cafeina, estricnina ou qualquer estimulante ajudam a remover parte da fadiga. Leite quem ajuda a dar carinho às membranas irritadas do estômago. O suco de tomate é um bom tônico. Mas enquanto o álcool não for totalmente eliminado, através dos pulmões, da pele, dos rins, do intestino, do tempo, nada será capaz de dar alívio completo.

Encher o estômago de água quente, enfiar o dedo na goela para provocar vômito, uma boa lavagem de estômago são atitudes radicais, xiitas, mais violência ainda contra o seu corpo.

Bastante água, um passeio ao ar livre para levar ar fresco para os pulmões, uma boa suana para eliminar toxinas e, em segyuida, bastante repouso e calma, são o que se quere. E, principalmente, nada de água gelada. Seu pobre estômago atacado, paralisado, encolhido, sofrido, não merece esse bárbaro tratamento de choque,m essa tortura que fará com que se irrite aqinda mais, fique mais encolhido,m em estado de choque.

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